quinta-feira, 16 de maio de 2013

Absurdos da medicina

Me formei em fisioterapia há um tempão, o que me fez ver de perto a triste realidade da área da saúde. E final de semana passado, senti essa precariedade na pele. 
Sábado, véspera do dia das mães, enquanto almoçavamos em um restaurante em Itajaí-SC, meu pequeno passou mal. Como estávamos próximos, fomos ao hospital infantil da cidade e chegando lá, durante o atendimento da pessoa que se dizia médica, ele passou mal novamente. A criatura resolveu medicá-lo com um remédio para vômito, e ignorou meu pedido para um exame mais elaborado. 
Como a roupa dele estava suja, o enrolei no lençol da maca e avisei a médica que iria até Balneário Camboriú por razões pessoais. Ela não se importou, apenas me pediu para devolver o lençol. 
Chegando ao hospital, meu filho foi prontamente atendido, necessitando de oxigênio, pois estava com baixa saturação e taquicardia (coração acelerado). Foi medicado e constatado, depois de estabilizado o quadro, que ele estava com pneumonia associado a uma crise de bronquite.
Infelizmente a certeza de impunidade impera em nosso país. E felizmente segui minha intuição de mãe e salvei meu filho do risco de ficar sob os cuidados de uma pessoa despreparada. 

Meu dia das mães

O cartão mais lindo do mundo é meu!



segunda-feira, 15 de abril de 2013

Pedro saindo da escola: mãe, hoje ensaiei o dia das mães. Mas é segredo! O PAPAI nunca vai poder saber....

domingo, 14 de abril de 2013

Boa semana!


"Prepare surpresas. Borde delicadezas no tecido às vezes áspero das horas. Reinaugure gestos de companheirismo. Mas, não deixe para depois. Depois é um tempo sempre duvidoso. Depois é distante daqui.” 

Ana Jácomo

quinta-feira, 11 de abril de 2013

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Deixando a chupeta

Ontem a noite, eu coloquei meu filhote de 3 anos na cama. Cobri e li uma historinha, como faço toda noite. Dei um beijo, entreguei o bico e o cheiro dele (um paninho que ele enrola no dedo). E levei um susto com a resposta: não quero mais chupeta mãe.
Eu, infantilmente questionei:: Ham? Não quer? Por quê? Pode pegar filho.
Ele, maduramente respondeu: Quantos anos eu tenho?
Eu...pausa para cara de tacho....: 3!
Ele: Mas quando eu faço 4?
Eu: Vai demorar um pouco filho.
Ele: tá, mas não quero mais.
Aí respondi meio sem entender nada: Ham-ham. Dorme sem então...você já cresceu né?
Ai Jesus, como é difícil perceber isso...rs!
Ele cresce, e muito! E cada dia mais apaixonante!
Desde pequeno deixei claro que as coisas aconteceriam no tempo dele, não me estresso e não o estresso com regras e comparações. Em dezembro eu disse que aos 4 anos seria legal ele parar de chupar bico porque se transformaria em um menino grande. Ele entendeu a mensagem e tomou a atitude por conta própria, no tempo dele.Mamãe agradece filho, você super facilitou tudo!
Amo desde sempre e pra sempre.